quarta-feira, 31 de outubro de 2012

Jogos


É possível o aluno se divertir com um jogo e ao mesmo tempo aprender?

Acreditamos que sim, pois que o jogo é uma ótima ferramenta para o aprendizado, no qual os alunos se divertem e aprendem.
De acordo com Para Freire (1994, p.114),
as atividades propostas pelo professor devem ser compatíveis com o grau de desenvolvimento dos alunos. Uma proposta pedagógica não pode estar nem aquém, nem além do nível de desenvolvimento da criança. Uma boa proposta, que facilite esse conhecimento, é aquela em que a criança precisa tomar decisões, ponderar; e, diante das dificuldades, ter autonomia e motivação para superá-las, garantindo as estruturas necessárias para níveis mais elevados de conhecimento e interesse em dar continuidade a essas atividades.

            Desta forma o professor deve perceber quais as maiores dificuldades encontradas pelos alunos, procurando uma atividade que auxilie na compreensão e motivação dos alunos. Uma alternativa seria a utilização de jogos online de matemática.
            Monteiro (2007) defende que:
No entanto, da mesma maneira como a divulgação e utilização do uso de computadores em ambiente escolar é algo relativamente recente, o uso de games na educação também o é, mas todavia já nos mostra enormes potencialidades. Acredito que uma educação que se apóia em games educativos pode realizar uma mudança muito grande nos moldes educativos atuais. Senão isto, pelo menos será uma ferramenta de grande importância para os educadores. (p. 32)

Concordamos plenamente, pois os jogos são alternativas didáticas para melhorar o desempenho escolar, visando um aprendizado mais dinâmico, motivado e atrativo para o aluno.
A mesma autora inda destaca que:
Os desafios que o jogo proporciona mobilizam o indivíduo na busca de soluções ou de formas de adaptação a situações-problema e, progressivamente, o conduz ao esforço voluntário. (MONTEIRO, 2007, p. 34).

            Ou seja, os alunos aprende estão aprendendo se divertindo.
Pautados em Maratori (2003), apontamos algumas vantagens na utilização dos jogos matemáticos online:
•fixação de conceitos já aprendidos de uma forma motivadora para o aluno; •introdução e desenvolvimento de conceitos de difícil compreensão;
•desenvolvimento de estratégias de resolução de problemas (desafio dos jogos);
•aprender a tomar decisões e saber avaliá-las;
•significação para conceitos aparentemente incompreensíveis;
•propicia o relacionamento de deferentes disciplinas (interdisciplinaridade);
•o jogo requer a participação ativa do aluno na construção do seu próprio conhecimento;
•o jogo favorece a socialização entre alunos e a conscientização do trabalho em equipe;
•a utilização dos jogos é um fator de motivação para os alunos;
•dentre outras coisas, o jogo favorece o desenvolvimento da criatividade, de senso crítico, da participação, da competição “sadia”, da observação, das várias formas de uso da linguagem e do resgate do prazer em aprender;
•as atividades com jogos podem ser utilizadas para reforçar ou recuperar habilidades de que os alunos necessitem.  Útil no trabalho com alunos de diferentes níveis;
 •as atividades com jogos permitem ao professor identificar, diagnosticar alguns erros de aprendizagem, as atitudes e as dificuldades dos alunos;
            De acordo com os levantamentos feitos até este momento podemos responder a nossa pergunta: É possível o aluno se divertir com um jogo e ao mesmo tempo aprender? Sim é possível o alunos se divertir e aprender, no nosso caso mais especificamente um conteúdo matemático.

Referências:
           
FREIRE, J. B. Educação de corpo inteiro: teoria e prática da educação física. 4. ed. São Paulo: Scipione, 1994.

MORATORI, Patrick Barbosa. Porque utilizar jogos educativos no processo de ensino aprendizagem? Disponível em:
http://www.nce.ufrj.br/ginape/publicacoes/trabalhos/PatrickMaterial/TrabfinalPatrick2003.pdf. Acesso em: 15 de outubro de 2007.

MONTEIRO, Juliana Lima. JOGO, INTERATIVIDADE E TECNOLOGIA: UMA ANÁLISE PEDAGÓGICA. Disponível em: http://www.ufscar.br/~pedagogia/novo/files/tcc/237167.pdf. Acesso em: 30 de outubro de 2012.

quarta-feira, 10 de outubro de 2012

Implicações para a Prática Docente

Implicações para a Prática Docente

“Alguns professores procuram caminhar numa zona de conforto onde quase tudo é conhecido, previsível e controlável”. (p. 56)
A maioria dos professores tem medo do desconhecido, muitas vezes dão suas aulas apenas do modo tradicional, por medo de perguntas que possam surgir dos alunos, que eles não saibam responder. Outra questão seria na parte técnica dos computadores, que por ventura podem não ligar, não funcionar o programa que o professor vai usar ou a internet. Desta forma os professores preferem não se ariscar e permanecer na zona de conforto.

“Se o espaço físico não comporta todos os alunos, temos que dividir a classe, desenvolver a mesma atividade para diferentes turmas”. (p. 63)
Este também é um grande problema enfrentado pelos professores nas escolas, pois muitos laboratórios de informática não tem capacidade para suportar 40 alunos (quantidade que normalmente encontramos nas salas de aula), e para trabalhar com os alunos fica difícil, porque ou eles dividem a turma e trabalham em horários diferentes ou trabalham com 2 alunos em cada computador, o que dificulta o aprendizado dos mesmos.

“Aqui vale observarmos o fato de que lançar mão do uso de tecnologia informática não significa necessariamente abandonar as outras tecnologias. É preciso avaliar o que queremos enfatizar e qual a mídia mais adequada para atender o nosso propósito.” (p. 64)
Existem outras tecnologias que o professor pode utilizar para enriquecer sua aula como a calculadora, jogos, materiais manipuláveis, entre outros que colaboram para o aprendizado dos alunos, por isso apesar das dificuldades encontradas na utilização dos computadores, os professores não podem usá-la como desculpa para não usar nenhuma das tecnologias, mas uma porta que se abre para buscarem outras formas de ensinar.

“Muitos professores desistem quando percebem a dimensão de zona de risco. Evitam qualquer tentativa nesse sentido. Muitas vezes assumem e justificam essa postura baseados ou no fato de que acham que computadores não são para escola, ou que não estão preparados e não encontram condições de trabalho na escola.” (p. 66).
Os professores que tem mais dificuldades em mexer no computador precisam procurar cursos que os auxiliem, pois desta forma eles saberão preparar e conduzir aulas com o auxilio do mesmo. Sendo assim os professores irão perder o medo e sair da zona de risco, proporcionando uma aula dinâmica e divertida tanto para ele quanto para o aluno.




Referência:
Borba, Marcelo de Carvalho. Informática e Educação Matemática / Marcelo de Carvalho Borba, Miriam Godoy Penteado. - 4. ed. - Belo Horizonte: Autêntica Editora, 2010. 104p. (Coleção Tendências em Educação Matemática, 2)




segunda-feira, 24 de setembro de 2012

Informática e Educação Matemática: Fichamento da introdução


“Se meu aluno utilizar a calculadora, como ele aprenderá a fazer conta?” “ Se o estudante do ensino médio aperta uma tecla do computador e o gráfico da função já aparece, como ele conseguirá, de fato, aprende  a traçá-lo?” (p. 12)
Acredito que as tecnologias vieram para ajudar, não para atrapalhar. Sendo assim a calculadora poderá ser usada para introduzir e explicar um conteúdo, não apenas para fazer contas. Da mesma forma o computador, facilita o desenho do gráfico, mas os alunos precisam estudar as funções, seu comportamento e pode entender o conteúdo através dele.

“Parece que não consideram o lápis e o papel como tecnologia, da mesma forma que o fazem com o computador.” (p. 13)
Tudo que é inventado para nossa comodidade ou para melhorar nossas vidas é considerado tecnologia, o lápis, o papel, o dinheiro, a calculadora, o quadro, o giz, o computador, entre outros também.

“Salário, giz e infraestrutura de maneira geral também são essenciais, mas a mídia computador, dentro desses argumentos parece não ser.” (p. 14)
Muitos acreditam que se malmente existe dinheiro para comprar giz, pagar os professores e manter a escola, como queremos uma escola computadorizada? A questão é que elas não andam juntas, existem verbas para cada tipo de coisa e se esse dinheiro não for gasto comprando computadores para as escolas, não será remetido para outros benefícios como aumentar os salários dos professores, nem comprar mantimentos para as escolas, muito pelo contrario será devolvido ou irá para o bolso de algum político.

“Outro argumento, um tanto nebuloso, é aquele que enfatiza a importância do uso da informática em educação para preparar o jovem para o mercado de trabalho.” (p. 16)
Existe a disciplina de informática que auxilia o aluno no aprendizado, quando ao uso dos computadores, mas outras disciplinas, como a matemática, a geografia, a química entre outras, podem e devem utilizar os computadores como uma ferramenta colaborativa para suas aulas, tornando as mesmas mais produtivas e motivadoras. Acredito que a utilização das tecnologias, mais especificamente o computador, seja um direito do aluno, pois a partir deste os alunos podem ter mais facilidade em aprender e visualizar situações dos conteúdos que são trabalhados. 



Referência:
Borba, Marcelo de Carvalho. Informática e Educação Matemática / Marcelo de Carvalho Borba, Miriam Godoy Penteado. - 4. ed. - Belo Horizonte: Autêntica Editora, 2010. 104p. (Coleção Tendências em Educação Matemática, 2)


terça-feira, 4 de setembro de 2012

Fichamento dos textos

Acredito que as tecnologias na área de matemática como á informática aplicada à educação, só vem enriquecer a forma como o professor trabalha e a forma como os alunos aprenderem.
Temos muitos exemplos que podemos citar que são fontes para alunos e professores sites educacionais: dia-a-dia educação, portal do MEC , só matemática, entre outros. Temos ainda sites utilizados para pesquisas como Wikipédia que trás uma forma revolucionaria, pois é uma enciclopédia mundial onde as pessoas podem ler e modificar o seu conteúdo sempre fundamentando no que há de verdadeiro e correto sobre cada assunto. Principalmente na matemática, pois qualquer coisa publicada que seja falsa pode causar uma grande confusão. Sendo assim não podemos acreditar na primeira definição que vemos pela frente, pois ela pode estar incorreta.  Tudo que ouvimos falar sobre Wikipédia funciona igual para outras wikis (wiki é uma ferramenta colaborativa).
 A internet traz á possibilita de conferir o que está certo e o que está errado, pois podemos  pesquisar em várias fontes, podemos fazer comentários, baixar livros, artigos e dissertações completas, conferir paginas criadas por professores que contém informações, jogos, planos de aula, podemos encontrar, baixar, e assistir vídeos sobre vários conteúdos.
Temos inda outros recursos que podem ser utilizados a favor do professor como blogs (diário de bordo via internet, na qual se registra atividades) onde ele passa a ser amigo do aluno, podendo postar links relacionados à aula, postar lista de exercícios ou seus resultados, esclarecer duvidas, postar conteúdos que irão enriquecer o aprendizado e o ensino, pois o aluno interage com o professor fora da sala de aula.
Atualmente a grande maioria dos alunos disponibiliza de acesso á internet, o que no meu ponto de vista é um ponto positivo quando sabem utilizá-la. Acredito ainda que os professores podem dar sugestões de sites para seus alunos, nos quais contivessem jogos relacionados ao conteúdo que está sendo ensinado, atividades diferenciadas, vídeos, entre outros.
O professor pode elaborar aulas utilizando a webquest que é um recurso tecnológico digital e uma metodologia que pode ser utilizada pelo educador para o ensino de qualquer conteúdo curricular. Disponibilizada na internet e construída tal qual páginas da web, possibilitando pesquisa orientada utilizando, preferencialmente, recursos da internet. Para elaborar uma atividade utilizando este recurso o professor delimita etapas para os alunos seguirem, conforme o próprio modelo, ou seja conter introdução, tarefa, processo, avaliação e conclusão, a maneira como o professor quer trabalhar é ele que escolhe, lembrando também que podemos encontrar webquests prontas na internet, conforme a série e o conteúdo que desejar ensinar.
A utilização dessas metodologias tornam as aulas diferenciadas, pois os alunos se sentem encantados ao realizar atividades relacionadas ao que eles mais gostam de fazer que é  mexer no computador e na internet, sem perder o foco da atividade proposta pelo professor.
Desse forma os professores quebram as barreiras entre eles e os alunos, e tornam a aula mais dinâmica e divertida, proporcionando ao aluno maior aprendizado sobre os conteúdos, despertado nos mesmos a vontade de pesquisar e estudar fora da sala de aula.

domingo, 2 de setembro de 2012

Fichamento do PPP e do Regimento


REGIMENTO INTERNO

·         Durante o intervalo matutino e vespertino as salas de aula deverão ser mantidas fechadas pelos representantes de turma. Será proibida a permanência no pátio do estacionamento e próximo aos muros do Colégio.
·         Os alunos do período noturno poderão permanecer nas salas de aula, na hora do recreio.

Não entendo essa diferença para alunos do período noturno, pois á noite também funciona algumas séries do fundamental e particularmente não vejo qual seria o problema em manter as portas das salas abertas independente do horário.

·         De acordo com a Lei n.º 7962/84 e Resolução n.º 035/84, a Assembléia composta pelos pais dos alunos, decidiu pelo uso do uniforme escolar das cores verde, branco e preto que permanecerá por tempo indeterminado. O aluno deverá frequentar às aulas usando o uniforme completo. Aos alunos do período noturno será dispensado o uso do uniforme.

Acredito que a diferença entre os alunos do período noturno com os alunos de outros períodos se dá pela questão, que alguns vão direto do serviço para aula. A implantação dos uniformes é um ponto critico, pois algumas famílias não têm condições financeiras para comprá-los, muitos têm mais de um filho matriculado na mesma escola, vendo por outro lado o uso do mesmo acaba com o “desfile de moda” e com a exclusão de alunos de classe baixa, deixando todos vestidos iguais.

Acredito que as demais colocações feitas, no Regimento Interno da escola como: os direitos e deveres dos professores e alunos, horários, proibições, avaliações, material escolar, entre outros, são de extrema necessidade para manter a ordem, o respeito, o patrimônio e a organização da mesma, que foram bem colocadas em cada um dos itens apontados.


PROJETO POLÍTICO PEDAGÓGICO

O regimento foi feito levando em conta, as opiniões e limitações dos alunos, pais, professores e demais funcionários. Os alunos responderam questionários avaliando o ensino, e a estrutura da escola, a renda da família, profissão dos pais e o que fazem nos horários vagos. Os pais participaram em reuniões marcadas pela escola, que apresentou seu ponto de vista dando liberdade para os pais questionassem e opinassem. Já os professor da escola e demais funcionários também participaram de reuniões que visaram sempre a melhora da escola e melhor aprendizado dos alunos.

Projeto Político-Pedagógico das instituições de ensino deverá garantir que a organização dos conteúdos de todas as disciplinas da matriz curricular contemple, obrigatoriamente, ao longo do ano letivo, a História e Cultura Afro-Brasileira na perspectiva de proporcionar aos alunos uma educação compatível com uma sociedade democrática, multicultural e pluriética

O PPP desta escola constitui uma profunda reflexão sobre as finalidades da escola, a explicitação de seu papel social e a sua clara definição de caminhos, formas operacionais e ações a serem empreendidas por todos os envolvidos com o processo educativo.

O Colégio acredita na possibilidade de realizar um trabalho inclusivo adequado e efetivo, porém nas discussões coletivas que ocorreram no âmbito escolar constatou-se que ainda é muito prematuro vislumbrar a inclusão de maneira ideal, pois os profissionais de educação não possuem uma formação adequada para lidar com a diversidade bem como as várias formas de necessidades especiais, porém sempre que acontecem as reuniões pedagógicas e de capacitação, existe um momento para discussões sobre inclusão principalmente com relação aos alunos matriculados e que necessitam de flexibilização curricular.
Conclui-se ser necessária além de formação específica para os profissionais, a adaptação do espaço físico conforme as necessidades que surgirem. Observa-se entre os professores que já existe uma conscientização coletiva para que se possa efetivar uma proposta de trabalho apoiada pelas diversas instâncias do conhecimento que se fazem necessárias para este fim.

Acredito que neste momento esse seria a maior preocupação das escolas, pois se fala muito em inclusão de alunos com algum tipo de deficiência, mas não se da condição para amparar este aluno. Eu não vejo como o professor regente da turma dará conta de atender em média 35 alunos, mantendo a ordem na sala e ainda atender outros alunos, que necessitam de uma maior atenção e acompanhamento continuo. Acho importante inclusão, mas acho mais importante ainda dar condições de ensino e estruturas nas escolas para acolhê-los.

Em 2006 tivemos a implantação da Sala de Recursos, que representou mais uma alternativa para solucionar ou amenizar os casos de problemas de aprendizagem: Dificuldades, Distúrbios ou Deficiências. Através de uma avaliação no contexto realizada pelo Professor Especializado, Equipe Pedagógica e Professores das disciplinas, foram encaminhados alunos para o processo de inclusão na Sala de Recursos, o qual ocorreu inicialmente, através de uma entrevista (Anamnese), junto aos pais ou responsáveis; posteriormente os alunos passaram por alguns testes, entrevista, etc. Quando então, eram definidos pelo coletivo da Escola, os alunos que deveriam freqüentar esta Sala, em período contrário ao horário das aulas, com atendimento em pequenos grupos, duas ou mais vezes na semana, conforme a necessidade. Em 2008, ocorreram alterações nos referidos processos avaliativos que agora necessitam obrigatoriamente de um laudo médico: psicológico, neurológico, etc, sendo que estes alunos devem apresentar Distúrbio de Aprendizagem, Deficiência Mental/Intelectual e ou Transtornos Funcionais Específicos.

Constatamos que a escola se preocupa com alunos que apresentam maior dificuldade em aprender, dando a eles no contra turno, uma possibilidade de aprimorar seu conhecimento e acompanhar os demais colegas de classe.

O Ensino Médio desta Instituição de Ensino é ofertado em três séries anuais, divididas em dois blocos de Disciplinas semestrais. Esta nova organização do Ensino Médio iniciou neste no letivo de 2010. As disciplinas da Matriz Curricular estão assim divididas: Bloco 1: Biologia, Educação Física, Filosofia, História, LEM – Espanhol e Língua Portuguesa. Bloco 2: Arte, Física, Geografia, Matemática, Sociologia e Química.

Oferece ainda o Curso Técnico em Informática, com organização curricular Integrada e Subsequente ao Ensino Médio.

Acredito que trabalhar com o ensino médio por blocos tem mais pontos positivos do que negativos, pois se um aluno reprova em alguma disciplina do bloco pode refazer novamente sem precisar repetir o ano todo. Além das aulas serem mais seguidas possibilitando aos professores e aos aluno um melhor aproveitamento das aulas.
O curso técnico incentiva os alunos a continuarem estudando após concluírem o ensino médio, pois é de graça no período noturno e qualquer pessoa pode se inscrever.

A Escola é assessorada pela Polícia Militar do PARANÁ, através do Programa Patrulha Escolar Comunitária, o qual visa apoiar toda a comunidade Escolar na busca de soluções para os problemas de segurança encontrados na Escola, mantendo a ordem, inibindo a violência e a presença de pessoas ligadas ao tráfico de drogas e furtos.

O fato do Colégio trabalhar em conjunto com PM traz muitos benefícios e segurança aos alunos, principalmente aqueles que são vitimas de confrontos, bullying, furtos, drogas, entre outros, deixando até mesmo os pais menos preocupados com a segurança de seus filhos.
Podemos perceber que a quantidade de reprovação e desistência é pequena levando em consideração a quantidade de alunos matriculados, o que nos leva a crer que o ensino é de qualidade e que os alunos são esforçados.
O Colégio se preocupa com a alfabetização dos alunos, apóia a leitura, tanto é que uma vez por semana uma aula é dedicada a leitura de livros.

A escola vai dar continuidade nesse caminho do conhecimento, mas aprendizagem escolar é qualitativamente diferente, não apenas quanto a aprofundamento e sistematização, mas essencialmente diferente daquilo adquirido antes da escola, porque os processos são distintos e as interações também. Cada nível de aprendizagem possibilita um determinado modo de entender o meio, comunicar-se, organizar e realizar suas ações. É óbvio que essas sucessivas aprendizagens estão em coerência com o nível de desenvolvimento.

O Colégio tenta aproveitar a bagagem que o aluno já traz na sua vida, pois o conhecimento é adquirido desde que nascemos e a escola precisa aprimorar e transmitir ainda mais conhecimento aos seus alunos. Elevando o nível cultural, histórico e psicológico.
Nas linhas de ação do Colégio encontramos muitas propostas que fazem do mesmo um ótimo ambiente para estudo, algumas delas são?
  •          Apoio ao grêmio estudantil;
  •      Apoio a atividades culturais e esportistas;
  •       Apoio ao projeto de leitura;
  •          Apoio as horas cívicas;
  •    Realizar conferências, reuniões e encontros com fins pedagógicos para garantir o acompanhamento dos pais à vida escolar dos filhos, juntamente com palestras aos alunos e pais;
  •    Manter atualizado e em condições de uso os Laboratórios de Informática, Ciências, Biblioteca;
  •          Viabilizar a qualificação dos espaços e equipamentos da escola como um todo.
  •          Realizar reformas de acordo com as necessidades dos professores e aluno.










sexta-feira, 31 de agosto de 2012

Leitor de Mentes

A matemática é mágica podemos mostrar isso em diversas situações. No link a seguir indico uma brincadeira muito legal, para pessoas de qualquer idade, que envolverá contas simples de subtração e a magia da matemática.
http://magiadamatematica.com/diversos/curiosidades/03-leitor.pdf